Manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro

Manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro é decisivo nessa fase, pois erros de manejo, nutrição ou sanidade podem comprometer o desenvolvimento, atrasar a idade ao primeiro parto e reduzir a produção de leite ao longo da vida do animal.

Dessa forma após o desaleitamento, a atenção do tratador deve ser redobrada, pois esse é um período crítico para as bezerras e determinante para o desempenho das futuras vacas em produção.

1º Lote coletivo: Manejo de novilhas leiteiras na transição pós-desmame

Portanto nessa fase, ocorrem mudanças importantes: a dieta passa de líquida para sólida, o animal deixa de ser monogástrico e se torna ruminante, adaptando-se a um novo processo de digestão, além de ocorrer redução no consumo de matéria seca.

O estresse pode aumentar quando o desaleitamento acontece junto com outras práticas de manejo, como descorna, mudança de instalação ou alteração na dieta.

Para reduzir esse estresse, recomenda-se manter os animais no mesmo ambiente por pelo menos duas semanas após a retirada da dieta líquida, com água e a mesma alimentação sólida, facilitando a adaptação e diminuindo os impactos da mudança.

Por fim essa fase apresenta a segunda maior incidência de doenças no Manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro, exigindo atenção redobrada aos cuidados nutricionais e sanitários.

Recomenda-se formar lotes de, no máximo, oito animais (com peso entre 75 e 100 kg), para facilitar a observação individual.

Cada bezerra deve dispor de 15 a 45 m² de área em piquete, 30 cm de cocho e, no mínimo, 1 m² de sombra.

A partir disso o manejo alimentar deve incluir volumoso de alta qualidade (preferencialmente feno, mas também podem ser usadas gramíneas verdes, silagem de milho ou sorgo, ou cana-de-açúcar).

Além do mesmo concentrado da fase anterior, em quantidade entre 1 e 2 kg por animal ao dia, ajustada conforme a qualidade do volumoso e os objetivos da criação.

Sal mineralizado deve estar sempre disponível, assim como água limpa e fresca à vontade.

Em seguida o controle sanitário deve ser planejado de acordo com as principais doenças da região e em conformidade com a legislação vigente.

Autor: Ricardo Dias Signoretti

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância

Fonte: https://pt.scribd.com/document/342526328/Praticas-na-Criacao-de-Bezerras-Leiteiras-pdf

Recomendo realizar leitura complementar:

Manejo de bezerras leiteiras: colostro, aleitamento, sanidade e nutrição na prática

A puberdade e manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro

Dessa forma o principal objetivo do manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro, é que elas atinjam a puberdade e o primeiro parto, por volta dos 24 meses de idade, com aproximadamente 80% do peso de uma vaca adulta.

Para isso, são essenciais uma nutrição equilibrada (com volumoso de alta qualidade e concentrado adequado), além do controle periódico de peso e do escore corporal, que deve se manter entre 3,0 e 3,5.

Em resumo as bezerras desmamadas, dos dois aos 12 meses de vida, merecem atenção máxima: são elas que, em pouco tempo, se tornarão as vacas produtivas da propriedade.

O texto acima realizado pelo autor do blog e utilizando inteligência artificial.

Fotos abaixo são do autor do blog

Manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro
Manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro

A água deverá ser à vontade e de boa qualidade.

A crescimento da novilha leiteira

A silagem deverá fornecer somente a partir do quarto mês de vida, e de forma gradual duas vezes ao dia. Quando fornecer forragem deverá ser fresca e de boa qualidade.

Portanto procurar cuidar a alimentação do 8 mês até aos 12 mês evitar excesso de energia na ração ou concentrado. Pois o excesso de concentrado gera crescimento excessivo.

Em resumo é importante que o produtor entenda que a novilha deve crescer sem engordar. Ganhos de pesos elevados podem causar danos à glândula mamária da futura vaca, por isso o tamanho e a condição física das novilhas ao parir são muito importantes.

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância

Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2019/10/InformeTecnico_18_2009.pdf

Fonte: https://www.sistemafaep.org.br/wp-content/uploads/2021/11/PR.0340-Manejo-e-alimentac%CC%A7a%CC%83o-de-bezerras-e-novilhas-leiteiras_web.pdf

Por fim no Manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro, as bezerras devem ser pesadas todos os meses para checar se o peso está dentro do padrão esperado para a raça e a idade.

Instalações: Barracão em local seco, sem corrente de ar, fenil e com sombra.

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância

Fonte: https://www.sistemafaep.org.br/wp-content/uploads/2021/11/PR.0340-Manejo-e-alimentac%CC%A7a%CC%83o-de-bezerras-e-novilhas-leiteiras_web.pdf

Recomendo leitura complementar:

Bem-estar animal com o uso de árvores: sombra, conforto térmico e produtividade

Vacinações:

Doença Bezerra NovilhaPrimíparasPluriparas Touros
      
Diarréia neonatal Duas doses 60 e 30 dias antes do partoUma dose 30 dias antes do partoUma dose 30 dias antes do parto 
      
Problemas reprodutivos IBR/BVD e Leptospirose Duas doses 60 e 30 dias antes da estação reprodutivaUma dose 30 dias antes da estação reprodutivaUma dose 30 dias antes da estação reprodutivaUma dose 30 dias antes da estação reprodutiva
ClostridioseDuas doses em animais menores e aos 4 meses revacinação entre 21 a 30 dias Uma vez ao anoUma vez ao anoUma vez ao anoUma vez ao ano
BruceloseFêmeas de 3 a 8 meses obrigatoriamente com cepa B19      É facultada ao produtor a vacinação de fêmeas bovinas com idade > 8 meses. Caso opte pela vacinação, a mesma deve OBRIGATORIAMENTE ser com a cepa RB51 (Art. 15, IN 10 de 03/03/2017)   
Raiva2 doses Animais ≥ 3 meses Revacinação entre 21 e 30 diasUma vez ao anoUma vez ao anoUma vez ao anoUma vez ao ano

Febre aftosa: não é mais obrigatória no Brasil desde abril de 2024.

Em Santa Catarina não é obrigatória a vacinação contra Brucelose e se vacinar será com RB 51

Em Santa Catarina não é obrigatória a vacinação contra a Raiva, apesar de dois anos anteriores está aumentando os casos no estado. Onde tem incidência da ocorrência da doença realizar a vacinação.

Tabela construída pelo autor do blog, retirado informações da inteligência artificial.

2º Lote coletivo: Manejo de novilhas leiteiras em crescimento e desenvolvimento

Nessa fase, recomenda-se que os lotes não ultrapassem 8 animais, com peso entre 100 e 125 kg, para possibilitar melhor observação e acompanhamento.

Por fim as exigências de espaço permanecem as mesmas da fase anterior, tanto para área de piquete quanto para cocho e sombra.

Autor:  Ricardo Dias Signoretti

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância

Fonte: https://pt.scribd.com/document/342526328/Praticas-na-Criacao-de-Bezerras-Leiteiras-pdf

Fotos abaixo são do autor do blog

Manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro

3º Lote coletivo: preparação das novilhas para a fase reprodutiva

O tamanho do lote pode ser maior e comportar de 15 a 20 animais (Peso de 125 a 175 kg).

O texto apresenta orientações para o manejo de bezerras na fase de recria. O lote pode ter entre 15 e 20 animais, com peso de 125 a 175 kg, garantindo 40 cm de cocho por animal e oferta adequada de sombra.

Dessa forma o fornecimento de concentrado (1 a 2 kg/dia, com 16% de PB e 66% de NDT) depende da qualidade do volumoso e do plano alimentar, podendo incluir alimentos regionais de baixo custo.

No Manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro, os animais devem ter acesso exclusivo a pelo menos dois piquetes para rodízio, além de sal mineralizado e água limpa e fresca à vontade.

É necessário adotar um programa de controle sanitário conforme as doenças da região e a legislação vigente.

A condição corporal ideal nessa fase deve estar entre 3,0 e 3,5.

Autor: Ricardo Dias Signoretti

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância

Fonte: https://pt.scribd.com/document/342526328/Praticas-na-Criacao-de-Bezerras-Leiteiras-pdf

Fotos abaixo são do autor do blog:

Recomendo leitura complementar:

O planejamento forrageiro: o que é, por que fazer

Nesse contexto o uso de ração ou concentrado depende da qualidade da forragem e do feno, melhor forragem menor quantidade de ração.

Possuir: feno, forragem do piquete e sal mineral para novilhas.

No Manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro, o excesso de concentrado gera crescimento excessivo. É importante que o produtor entenda que a novilha deve crescer sem engordar.

Como resultado ganhos de pesos elevados podem causar danos à glândula mamária da futura vaca, por isso o tamanho e a condição física das novilhas ao parir são muito importantes.

A água deverá ser à vontade e de boa qualidade.

Instalações: deverá ter cocho para ração, sal mineral de novilhas, fenil e cocho de silagem preferencialmente cobertos

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância

Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2019/10/InformeTecnico_18_2009.pdf

Inseminação artificial ou cobertura no manejo de novilhas leiteiras: definição da futura produção

Portanto todas as raças não antes dos 14 meses de vida

Dependendo da idade e do peso mínimo e raça:

Holandês e Pardo suíços: 340 a 380 kg, altura da cernelha 122 a 127 cm

Jersey: 250 kg altura da cernelha 109 a 14 cm

Girolando: 270 a 290 Kg

Dessa forma na realização da inseminação artificial devemos ter cuidados com: raça, sêmen, facilidade de parto, tamanho da fêmea (novilha) ou da vaca.

Uso de vermífugos: Estações Inverno/Primavera – produtos à base de Albendazol, Oxfendazol e Fenbendazol

Estações Verão/Outono – produtos à base de Levansol, Closantel e Triclorfon

Primeira dose aos 60 90 dias de vida e após a cada 3 meses dependendo da lotação usada e da quantidade de chuvas.

No Manejo de novilha leiteiras: a vaca do futuro, é importante seguir o padrão da raça em relação ao peso e ao tamanho, evitando tanto o subdesenvolvimento quanto o excesso de condição corporal.

Todo o texto realizado pelo autor do blog e utilizando inteligência artificial.

O texto destaca que a avaliação das bezerras deve considerar principalmente a taxa de mortalidade e a taxa de morbidade. O ideal é não haver perdas, mas admite-se até 5% de mortalidade ao ano.

Nesse contexto Já a morbidade pode ser medida pelos gastos com medicamentos: quanto menores os custos com remédios, melhor o desempenho dos animais e menor a ocorrência de doenças.

Autor: Ricardo Dias Signoretti

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância

Fonte: https://pt.scribd.com/document/342526328/Praticas-na-Criacao-de-Bezerras-Leiteiras-pdf

Foto do autor: novilhas em pré parto

Tabela retirada informe técnico n º 18 Centro Ciências Rurais Universidade de Santa Maria UFSM

Foto retirado do site: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/370/2019/10/InformeTecnico_18_2009.pdf

Recomendo leitura complementar:

Como é o dia a dia de um produtor de leite: rotina real no campo

Recomendações do autor do blog:

O Manejo de novilhas leiteiras: a vaca do futuro é um investimento direto na produtividade e na longevidade do rebanho.

Em resumo com nutrição equilibrada, sanidade em dia e manejo cuidadoso em cada fase, é possível reduzir a idade ao primeiro parto, aumentar a produção de leite e garantir vacas mais saudáveis e eficientes ao longo da vida.

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