Melhoramento de pastagens nativas

O melhoramento de pastagens nativas é uma prática essencial na pecuária, pois visa aumentar a produtividade, a qualidade da forragem e a sustentabilidade do sistema de produção. Aqui estão algumas estratégias e práticas comuns para o melhoramento de pastagens.

Campo nativo no sul do Brasil é a vegetação natural que predomina por gramíneas e plantas herbáceas, podendo também ter arbustos. É a base da pecuária bovina na região. 

É uma vegetação nativa no estágio primário, ou seja, que nunca foi suprida para uso alternativo do solo. É o ecossistema mais antigo do Sul do Brasil.

Regiao da pastagem nativa

Mapa do campo nativo:

Fonte:

https://www.researchgate.net/figure/FIGURA-21-Distribuicao-do-bioma-Campos-Sulinos-na-Regiao-Sul-do-Brasil_fig1_267839086

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Produção no campo nativo e por que realizar o melhoramento de pastagens

A baixa produtividade do campo nativo deve-se à baixa fertilidade do solo, à topografia acidentada e à composição florística (25% de espécies hibernais e 75% estivais). No inverno, as espécies estivais sofrem com as geadas e ventos frios, gerando escassez de alimento e levando o rebanho ao período crítico de autofagia.

Entender a necessidade de melhoramento de pastagens nativas é essencial, pois a negligência nessa área é o principal motivo dos baixos indicadores zootécnicos da pecuária com base em pastagens naturais.

Essa   baixa   produtividade não se justifica perante algumas vertentes da sustentabilidade, ou seja, técnica, social, econômica e espacial (poucos habitantes em áreas extensas em algumas regiões).

Pressionados por essa situação, muitos pecuaristas familiares abandonam a atividade ou migram para culturas de risco. Com isso, sofrem com insucessos e deixam de lado a pecuária, uma vocação histórica e cultural estabelecida há cerca de três séculos no Planalto Sul Brasileiro.

Thomé et al. (1999), citados por Prestes & Córdova (2010), argumentam que os solos do Planalto Sul de SC apresentam “sérias restrições aos cultivos convencionais, como:  baixa fertilidade natural, acidez elevada, presença de alumínio, relevo acidentado, pedregosidade e afloramento de rocha”. 

Por esses motivos, a supressão dos campos naturais não será total, permanecendo as áreas onde não há possibilidade de mecanização.

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância

Partes do texto retirado da revista Agropecuária Catarinense Vol. 34, nº 3, set/dez. 2021.

https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/rac/issue/view/166/333

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O planejamento forrageiro: o que é, por que fazer

Depoimento do autor do blog:

Embora o município de Xaxim (Oeste de SC) registre frio entre maio e agosto, o frio intenso ocorre de fato no Meio-Oeste (Campos Novos e Curitibanos) e na Serra (Lages e São Joaquim). É justamente nessas regiões de inverno rigoroso que o uso de pastagens de clima temperado é mais intenso.

Melhoramento de pastagen nativa

Foto retirado do site:

https://www.comprerural.com/pampas-conheca-o-bioma-presente-no-sul-do-brasil-e-suas-mudancas

Como que funciona o melhoramento de pastagem nativas

O melhoramento de pastagem nativa reúne técnicas que aumentam a produtividade, a qualidade da forragem e a capacidade de suporte de pastios naturais. O processo eleva a eficiência da produção sem destruir a vegetação original ou descaracterizar o bioma.

Em suma: em vez de desmatar para plantar capim exótico, você potencializa as espécies nativas já existentes, corrigindo apenas o solo e o manejo.

Este conteúdo foi gerado automaticamente por inteligência artificial, sem intervenção de um autor humano.

Cultivares usadas no melhoramento de pastagem nativas

Para o melhoramento de pastagens nativas, as cultivares mais usadas aqui são trevo-branco, trevo-vermelho, amendoim-forrageiro, missioneira-gigante, azevém ou aveia.

Por serem de clima temperado, os trevos podem ser implantados em abril e utilizados no mesmo inverno. Contudo, para resistirem ao verão, exige-se uma redução no pastejo e na lotação animal, evitando que a pastagem se degrade com o tempo.

Se realiza um pastejo com os animais ou uma roçada com trator até uma altura de 5 a 7 cm, deixando o solo um pouco descoberto. O ideal que o tempo esteja úmido ou logo que tenha previsão de chuva leve.

Informações sobre o plantio

  • A profundidade de implantação é de 0,5 a 1 cm.
  • A quantidade de semente a ser usada é de 2 kg por hectare 
  • O pastejo deve iniciar quando as plantas estiverem com 20 a 30 cm de altura, deixando um resíduo de 7 a 10 cm.
  • O plantio pode ser realizado com máquina de plantio direto ou realizado a lança com a mão ou uso de passador de ureia

Após a chuva se coloca os animais para realizar o pisoteio das sementes e retira os animais, e aguarda o crescimento das plantas até a altura ideal.  

Fazer o plantio de uma forma escalonada. Plantar em algums piquetes de acordo com a quantidade de animais possui na propriedade. Conforme a pastagem vai crescendo e estando no ponto de consumo outro piquete vai crescendo e estando no ponto com o tempo.  

Oque se pode fazer se a pastagens crescer antes do tempo é cortar e fazer feno, silagem e pré-secado. Para guardar para ser usado em épocas de escassez de pastagens.  

Todo o texto realizado pelo autor do blog e utilizando inteligência artificial.

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Manejo de pastagens: guia prático de estratégias que dão resultado

Melhoramento de pastagens nativa
Melhoramento de pastagem natriva

Foto: Melhoramento de pastagens, sobresemadura de pastagens de inverno Fonte: https://www.epagri.sc.gov.br/solucoes/publicacoes/publicacoes-livres/

O Cultivo do Amendoim forrageiro está sendo lento na região, falta divulgação de trabalho que é uma alternativa interessante para o melhoramento das pastagens nativas.

O plantio pode ser realizado por sementes e por mudas, depende da variedade a ser escolhida, na minha região só conheço plantio por mudas.

O ideal é fazer um buraco com madeira onde possui uma formação de esterco fresco e colocar a muda no meio. Enquanto estiver com umidade e cheiro os animais não vão chegar e a planta vai se desenvolver devagar, a mesma vai um longo período de 6 a 8 meses para se desenvolver.

O ideal que tivesse uma area onde não entrasse animais que no caso o processo pode ser mais rápido. 

Todo o texto realizado pelo autor do blog e utilizando inteligência artificial.

Foto do autor:

Melhoramento de pastagens nativas

O plantio é exclusivamente por mudas, não existe sementes. O ideal é fazer um buraco com madeira onde possui uma formação de esterco fresco e colocar a muda no meio. Enquanto estiver com umidade e cheiro os animais não vão chegar e a planta vai se desenvolver devagar, a mesma vai um longo período de 6 a 8 meses para se desenvolver. O ideal que tivesse uma area onde não entrasse animais que no caso o processo pode ser mais rápido. 

Já a missioneira Gigante é de cultivo do verão que aguenta no inverno na região, mas não o frio rigoroso da região da serra que a mesma é sapecada pela geada quase a ponto de morte, adormece e quando começar a primavera ela volta a crescer.

Melhoramento de pastagens nativas
Melhoramento de pastagens nativas

Após inverno na região de Sao Joaquim Santa Catarina

Melhoramento de pastagens nativas

Uma semana após geada região de Entre Rios SC 2025

Melhoramento de pastagens nativas

Trevo branco com azevem

Melhoramento de pastagens nativas

Oque acontece no melhoramento de pastagem nativas

O objetivo da introdução de espécies de estação fria em pastagens nativas é atenuar a flutuação estacional da oferta de alimentos, para reduzir ou até eliminar os prejuízos provocados durante o período outono–inverno.

Apesar da técnica se difundida e existirem inúmeros trabalhos de pesquisa em condições semelhantes no Rio Grande do Sul, Uruguai, Argentina, Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, que confirmam a viabilidade e mesmo a sua recomendação. O número de propriedade que aderem essa técnica poderia ser maior em toda a região sul do Brasil. 

Estudos comprovam que o melhoramento de pastagens aumenta a produção de matéria seca (MS), distribui melhor essa oferta ao longo do ano e eleva a qualidade nutricional, especialmente em proteína bruta (PB) e digestibilidade.

Um dos programas de melhoramento de pastagens naturais de maior relevância, por sua dimensão de abrangência territorial, com 4,5 milhões de hectares, foi o realizado nas áreas montanhosas da Nova Zelândia.

A introdução de espécies melhora a produtividade dos campos naturais a baixo custo, além de preservar a estrutura física do solo e manter as espécies nativas (Barreto et al., 1978).

“O aumento da produtividade é a alternativa para preservação dos campos naturais”

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância

Partes do texto retirado: CÓRDOVA, U. de A.; PRESTES, N.E.; SANTOS, O.V. dos; ZARDO, V.F. Melhoramento e manejo de pastagens naturais no planalto catarinense. Florianópolis, 2004. 274p. Pastagem natural; Melhoramento vegetal; Manejo de pastagem; Campo natural.

Informações importantes:

No melhoramento de pastagens nativas, o azevém, a aveia e os trevos entram como cultivares de clima temperado, que se desenvolvem bem no inverno até a metade da primavera. Esse desempenho depende muito do clima: em regiões mais frias, eles crescem mais, funcionando muito bem da metade do estado do Paraná para baixo.

O azevém e a aveia naturalmente morrem antes do verão, mas deixam sementes no solo. Elas germinam sozinhas no outono seguinte (entre março e abril), assim que a temperatura cai e as condições ficam ideais.

Os trevos conforme a região ele pode permanecer crescendo sempre se tiver condições climáticas clima temperado e um bom manejo sem exagerar na capacidade de animais ou abaixar a pastagem.

Já a missioneira gigante e amendoin forrageiro são pastagens perenes, desde que bem manejados sempre vão estar produzindo.

Todo o texto realizado pelo autor do blog e utilizando inteligência artificial.

Recomendações do autor do blog:

Seleção de Espécies Forrageiras
– Espécies Adaptadas: Escolher espécies de gramíneas e leguminosas que sejam bem adaptadas às condições climáticas e do solo da região.
– Misturas de Forrageiras: Utilizar misturas de diferentes espécies pode aumentar a diversidade e a resiliência da pastagem.

Correção do Solo
– Análise de Solo: Realizar análises de solo para determinar a fertilidade e as necessidades de correção.
– Aplicação de Fertilizantes: Aplicar fertilizantes e corretivos, como calcário, para ajustar o pH e fornecer nutrientes essenciais.

Manejo da Pastagem
– Rotação de Pastagens: Implementar um sistema de rotação de pastagens para permitir a recuperação do solo e das plantas.
– Controle de Pastejo: Monitorar a carga animal e o tempo de pastejo para evitar o sobrepastoreio, que pode degradar a pastagem.

Revegetação
– Replantio: Em áreas degradadas, pode ser necessário replantar espécies forrageiras para restaurar a pastagem.
– Uso de Sementes de Qualidade: Utilizar sementes de alta qualidade e com boa taxa de germinação.

Monitoramento e Avaliação
– Avaliação Contínua: Monitorar a produtividade e a qualidade da pastagem regularmente para ajustar as práticas de manejo conforme necessário.
– Uso de Tecnologia: Utilizar tecnologias, como drones e sensores, para monitorar a saúde das pastagens e a distribuição de nutrientes.

O melhoramento de pastagens nativas é um processo contínuo que requer planejamento e adaptação às condições locais. Implementar essas práticas pode resultar em pastagens mais produtivas e sustentáveis, beneficiando tanto a produção animal quanto o meio ambiente.

Principais Vantagens

  • Economia: Custo significativamente menor do que implantar pastagens cultivadas.
  • Resistência: Alta tolerância a secas, pragas e variações climáticas locais.
  • Sustentabilidade: Conservação do ecossistema, do solo e dos recursos hídricos.

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O que é vazio forrageiro: quando acontece e como se prevenir

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