Células-tronco contra mastite bovina vêm sendo estudados como uma alternativa inovadora para prevenir a doença e melhorar a qualidade do leite.
Células-tronco contra a mastite:
Pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriram que células-tronco mesenquimais modulam a inflamação em células mamárias bovinas, abrindo um novo caminho no combate à doença.
- No estudo, o uso de células-tronco contra a mastite bovina elevou a expressão de genes inflamatórios (IL-6, TNF-α) e de síntese de gordura (FASN, ACC, SCD1).
- Isso resultou em aumento dos triglicerídeos e alteração no tamanho dos glóbulos de gordura do leite.
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Resultados da pesquisa Células-tronco contra a mastite
Além disso, os efeitos benéficos ocorrem mesmo sem contato direto entre as células, indicando que os bioativos das MSCs podem ser usados em suplementos. Assim, essa descoberta pode representar um novo método natural para prevenir doenças inflamatórias do útero e melhorar a qualidade do leite.
Células-tronco apontam novo caminho contra a mastite.
Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância.
Autor: MilkPoint
As informações são do Dairy Reporter, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.
Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância.
Oque é mastite ?
A mastite é uma das doenças mais comuns e graves nas vacas leiteiras, afetando a saúde animal, a produção de leite e a rentabilidade das fazendas.
Mesmo com avanços no controle da doença — como seleção genética, nutrição adequada, uso de antibióticos e selantes de teto — ela ainda representa um grande desafio, especialmente porque a resistência bacteriana aos antibióticos vem aumentando.
Diante desse cenário, cientistas do Instituto Indiano de Pesquisa Veterinária (ICAR) destacam a necessidade urgente de um substituto para a terapia antibiótica.Por isso, uma nova abordagem natural está sendo desenvolvida pela Dra. Gerlinde Van de Walle, da Universidade Cornell (EUA), em parceria com a empresa Elanco e instituições de investigação agrícola.
Nessa nova estratégia, o tratamento utiliza o secretoma — conjunto de compostos secretados por células-tronco do tecido mamário bovino —, que apresenta propriedades antimicrobianas, regenerativas e imunomoduladoras.Além disso, estudos mostram que esses compostos podem matar as bactérias causadoras da mastite, reparar os tecidos danificados e, possivelmente, restaurar a produção de leite.
O que as pesquisas revelam sobre o uso de células-tronco na mastite bovina
Atualmente, a pesquisa está em fase experimental: os cientistas buscam identificar quais componentes do segredo são responsáveis pelos efeitos benéficos e em que concentrações. Se a eficácia for comprovada, será necessário desenvolver métodos para produzir e isolar o segredo em larga escala, de modo economicamente viável.
Além desse projeto, o New York Farm Viability Institute (NYFVI) financia outras iniciativas voltadas à pecuária leiteira, como sistemas automatizados de estímulo pré-ordenha e a ferramenta MyCow$, que ajuda a estimar a lucratividade das fazendas em tempo real.
O que os estudos apontam para o futuro das células-tronco no controle da mastite
No futuro, os pesquisadores enfatizam a importância de novas terapias, como bacteriocinas e nanotecnologia, e do desenvolvimento conjunto de diagnósticos e tratamentos precoces.
Um exemplo disso é o projeto na Irlanda, que usa espectrometria de massa para criar um teste rápido de mastite a partir de amostras de leite.
Em síntese, o uso do secretoma de células-tronco representa uma das abordagens mais inovadoras e promissoras para tratar a mastite bovina, podendo substituir ou complementar os antibióticos e melhorar a saúde e a produtividade das vacas leiteiras
Autor: Dra. Gerlinde Van de Walle (esquerda) e Rebecca Harman (direita), auxiliary de pesquisa, no laboratório do Baker Institute (por Rachel Philipson).
Fonte: https://canaldoleite.com/artigos/nova-abordagem-para-cura-da-mastite/
Traduzido e adaptado pela Equipe do Canal do Leite
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Saúde do úbere das vacas leiteiras
Este conteúdo foi gerado automaticamente por inteligência artificial, sem intervenção de um autor humano.
Os estudos sobre o uso de células-tronco contra a mastite bovina
Mecanismo de ação: células-tronco mesenquimais (MSCs) têm efeito imunomodulador, o que significa que ajudam a resposta imunológica regular do organismo.
Dessa forma, eles são capazes de reduzir a inflamação nas glândulas mamárias e ainda estimular a produção de gordura no leite, segundo um estudo da Universidade Hebraica de Jerusalém e outros estudos.
Benefícios: a terapia com células-tronco pode levar um rebanho mais saudável e um leite de melhor qualidade.
Em especial, isso inclui o estímulo para a produção de gordura e a redução da inflamação, com potencial para aumentar o bem-estar animal.
Potencial terapêutico: pesquisas indicam que o uso de células-tronco pode se tornar uma abordagem terapêutica importante para a mastite, bem como para outros problemas de saúde animal.
Além disso, o estudo também destaca que compostos secretados por células-tronco podem ter propriedades antimicrobianas, o que sugere que podem funcionar em conjunto com terapias existentes ou até mesmo como uma alternativa futura, conforme aponta o artigo do Canal do Leite.
De forma geral, células-tronco são células-mãe que se dividem para formar novas células e se diferenciam em diversos tipos de células especializadas.
Por essa razão , elas são cruciais para a regeneração de tecidos e têm potencial para tratar doenças como câncer, Parkinson e Alzheimer, embora o uso em terapias ainda seja objeto de pesquisa.
Em termos de classificação, existem principalmente dois tipos: embrionários, encontrados em embriões, e adultos, presentes em tecidos adultos como a medula óssea e o cordão umbilical.
Células tronco

Foto retirado do site:
https://atin.icb.usp.br/inicio/cdv/celulas-tronco/https://atin.icb.usp.br/inicio/cdv/celulas-tronco
Recomendações do autor:
Esse é um assunto novo, mas ao mesmo tempo muito importante e interessante.
Por isso, é fundamental que as empresas do setor se aprofundem no tema, pois isso poderá ajudar — e muito — na prevenção da mastite.
Atualmente, a resistência bacteriana às bactérias está se tornando um problema muito grande nas propriedades com a produção de leite.
Além disso, ainda existem erros por parte do produtor ou funcionário na coleta, no diagnóstico e na aplicação do medicamento correto para cada situação.
Em muitos casos, usar “o que tem” ou apenas o mais barato acaba se tornando uma grande dor de cabeça no dia de amanhã.
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