Compost barn e a mastite: : relação, principais riscos e como prevenir com manejo correto

O Compost Barn, desenvolvido nos Estados Unidos na década de 1980 e cada vez mais adotado no Brasil, é um sistema de alojamento baseado em um galpão ventilado com cama coletiva de matéria orgânica (como serragem, maravalha ou casca de café).
Entender a relação entre compost barn e mastite é essencial, porque essa cama precisa ser revolvida de 2 a 3 vezes ao dia para manter a fermentação aeróbia, controlar a umidade e garantir o conforto às vacas leiteiras.
No entanto, quando o manejo não é adequado, esse sistema pode se tornar um importante fator de risco para mastite.

Por isso, compreender melhor a relação entre compostagem e mastite é fundamental para manter a saúde da glândula mamária e a produtividade do rebanho.

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Saúde do úbere das vacas leiteiras

Como o manejo da cama no compost barn influencia a mastite

  • Maior conforto e higiene;
  • Redução de problemas locomotores, moscas e odores;
  • Menor sujidade de úbere e queda na CCS e CBT;
  • Diminuição da incidência de mastite ambiental;
  • Facilidade no manejo dos dejetos;
  • Melhora na detecção de cio e no bem-estar animal;
  • Aumento na produção de leite.

Estudos em fazendas de MG mostraram:

  • Por exemplo a redução de CCS e CBT após a adoção do sistema, associada à melhor higiene no pré-ordenha e maior imunidade dos animais.
  • Em resumo as Vacas no compost barn passam em média 9,3 h/dia deitadas, o que favorece a produção (+1,6 kg de leite por hora deitada), mas aumenta o risco de contato do úbere com patógenos, reforçando a importância do manejo correto.
  • Por fim as avaliações de sujidade de úbere em fazendas com o sistema mostraram escores médios baixos (1,5 a 1,9), indicando boa higiene geral, mas também relação entre maior sujidade e maior incidência de estreptococos ambientais.

Conclusão

Antes de mais nada o compost barn é eficiente para melhorar o bem-estar animal e a qualidade do leite, além disso ajuda a reduzir a CCS e a mastite ambiental quando é bem manejado. 
Para isso, manter taxa de lotação adequada, girar a cama todos os dias, garantir boa ventilação e reportar material seco com frequência são fatores críticos para o sucesso desse sistema.

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância.

Autor: Raquel Maria Cury Rodrigues, zootecnista pela Unesp de Botucatu e especialista em Gestão da Produção pela Ufscar.

Fonte: On Farm

Fonte: www.onfarm.com.br/compost-barn-e-mastite-o-que-precisamos-saber/ ou

https://canaldoleite.com/artigos/compost-barn-e-mastite-o-que-precisamos-saber

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Células-tronco apontam novo caminho contra a mastite

Este conteúdo foi gerado automaticamente por inteligência artificial, sem intervenção de um autor humano.

As boas práticas do compost barn e a mastite:

Em resumo o compost barn pode reduzir a mastite por meio de conforto e higiene, 
porém sua eficácia depende diretamente do manejo correto da cama, que deve ser mantido seco e arejado, 
pois assim se inibe a norma de patógenos. 
Além disso, a ventilação adequada, a quantidade correta de animais (evitando o excesso de lotação) e o revolvimento diário da cama são fundamentais para prevenir a mastite, que é uma inflamação da glândula mamária.

Este conteúdo foi gerado automaticamente por inteligência artificial, sem intervenção de um autor humano.

Boas práticas para reduzir mastite em vacas no compost barn

  • Em resumo manejo da cama: Revirar a cama pelo menos duas vezes ao dia com um escarificador para aeração é essencial. Isso ajuda a manter a cama seca, o que reduz a proliferação de bactérias, um fator chave na mastite ambiental.
  • Ventilação: A ventilação adequada é crucial para controlar a umidade e a temperatura, criando um ambiente menos favorável para o crescimento de microrganismos patogênicos.
  • Densidade de animais: para reduzir o risco de mastite, respeite a densidade de lotação adequada, geralmente entre 9 e 12 m² por vaca.
  • Uma taxa de lotação excessiva aumenta a compactação da cama e a umidade, elevando o risco de mastite.
  • Higiene e conforto: Um manejo correto garante maior higiene e conforto para os animais, o que contribui para a redução de problemas de saúde, incluindo a mastite.
  • Controle de umidade: O excesso de umidade na cama é um dos principais fatores que aumentam o risco de mastite clínica.
  • Monitoramento: É importante monitorar a umidade e temperatura da cama e utilizar equipamentos adequados para o revolvimento, como um escarificador que atinja a profundidade correta sem misturar terra à cama. 
  • Mastite é uma inflamação da glândula mamária que causa perdas econômicas pela redução da produção e custos com tratamento.
  • O manejo da rotina de ordenha é outro fator que impacta a mastite, sendo necessário um cuidado especializado para que o sistema de compost barn seja eficaz.
  •  A Contagem de Células Somáticas (CCS) é um indicador importante da saúde do rebanho.

Compost barn foto do autor

Compost barn e a mastite

Planejamento do Compost Barn para reduzir mastite no rebanho

Recomendações do autor:

Em resumo ”pela experiência que tenho a campo, antes de construir uma instalação de compost barn é essencial visitar propriedades que já utilizam o sistema, observar o manejo das vacas e ver, na prática, como um bom manejo ajuda a prevenir a mastite.

Por isso, o ideal é planejado bem o local do galpão. Ele deve ficar na posição leste-oeste e ter sala de ordenha, cocho, bebedouros e área de descanso bem distribuída, além de espaço para a entrada das máquinas que fazem o manejo da cama.
No entanto depois de pronto, qualquer mudança fica mais difícil e cara. Assim, um bom planejamento inicial faz toda a diferença para o sucesso do compost barn e para o controle da mastite.

Onde vai ser construido posição da construção sempre leste oeste foto abaixo

Foto retirado do site:

https://www.eaware.com.br/5-principais-erros-na-construcao-de-um-aviario

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Sistemas de produção de leite no Brasil

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