Os ruminantes e as pastagens

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância.

Os ruminantes são os bovinos, Búfalos, caprinos e ovinos.

Por esse motivo, esses animais recebem tal descrição, já que apresentam quatro estômagos, todos com tamanho proporcional à espécie. 
Além disso, essa característica anatômica distingue o grupo e influencia diretamente o processo digestivo dos ruminantes.

Essa denominação ocorre porque os ruminantes regurgitam o alimento; em outras palavras, o alimento entra no estômago e retorna à boca para ser remastigado. 
Dessa maneira , o processo digestivo desses animais se torna mais eficiente, permitindo melhor aproveitamento dos nutrientes.

Depois de mastigar o alimento ele faz a passagem para o retículo e segue para o rúmen e ali ocorre a regurgitação pelo reticulo que após retorna para o rúmen e segue o caminho do omaso este tem a função de absorver água e sais minerais e após vem e abomaso que corresponde ao estômago dos seres humanos onde ocorre a digestão das proteínas e também das bactérias oriundas do rúmen e do retículo.

Os microrganismos se reproduzem e morrem rapidamente, são objetos de uma verdadeira digestão do abomasso, lipideos, proteinas, carboidatos, sais e vitaminas. A flora ruminal aumenta muito após uma alimentação rica em carboidratos.

No intestino delgado acontece a maior parte da digestão e absorção de todos os nutrientes.

No intestino grosso, a maior parte da água ingerida é absorvida, e os microrganismos presentes, semelhantes aos do rúmen, promovem a fermentação e a degradação da celulose do substrato.

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Fonte: Manual técnico de Bovinocultura de Leite, Epagri 2006

Recomendo fazer leitura complementar de outro texto:

O planejamento forrageiro

Os alimentos podem ser classificados em dois grupos: volumosos e concentrados

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância.

Neste texto vamos falar dos volumosos

Esses alimentos se caracterizam por apresentar mais de 18% de fibra bruta em matéria seca e, 
como consequência , geralmente possuem menos de 60% de END. 
Além disso , esse alto teor de fibra influencia diretamente o valor energético do alimento, tornando-o menos concentrado em nutrientes digestíveis

Nessa classificação estão as pastagens verdes, incluídos a silagem, feno e pré-secados que serão falados após as pastagens.

A pastagem é o principal alimento a fornecer aos ruminantes, seja verde cortado pelo próprio animal ou cortada por máquina e fornecida ao mesmo no cocho.

Autor: Cordova, U. de A

Fonte: Produção de leite à base de pasto em Santa Catarina, Florianóplis, Epagri, 2012. 626p ou link de acesso: https://www.epagri.sc.gov.br/solucoes/publicacoes/livros/

Conteúdo foi gerado automaticamente por inteligência artificial, sem intervenção de humana.

Vai ter um texto no blog que fala somente dos concentrados

As mesmas estão divididas em:

Gramíneas (possuem folhas estreitas) Ex: Grama Tifton, Missoneira gigante e estrela africana

Fotos abaixo são do autor do blog

Leguminosas (folhas largas) Ex: amendoin forrageiro, alfafa

Embora as pastagens mencionadas possam ser cultivadas em todo o Brasil, minha experiência concentra-se no oeste de Santa Catarina, região Sul. 
Nesse contexto , as condições climáticas e o manejo local influenciam diretamente o desenvolvimento das espécies forrageiras. É fundamental analisar o clima de cada região antes da implantação

Importante consultar um tecnico da sua região.

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância.

Gramínea Perenes: 

O Plantio ocorre uma vez e a mesma tem duração de cultivo por vários anos.

Quando bem manejadas , essas pastagens não morrem, permanecem vivas durante o inverno e voltam a crescer com o aumento da temperatura e da luminosidade. 
Além disso , esse ciclo garante a disponibilidade de forragem ao longo do ano, favorecendo a sustentabilidade do sistema produtivo.

É recomendado realizar o plantio quando a temperatura sobe e o solo apresenta boa umidade, normalmente entre setembro e março.

Ex: Tifton, Jiggs, missioneira gigante, estrela africana, quiquio, hermatria, braquiárias, aries, mombaça, capim elefante, Cana-de-açúcar. 

A cana-de-açucar fornece muita energia devido ao seu alto teor de glicose ,muita fibra; mas podre em proteína, sendo necessário fornecer algum tipo de proteína para equilibrar a alimentação dos animais.

O farelo de soja oferece a melhor relação custo-benefício entre as proteínas e é misturado depois de processado na máquina forrageira.

Para a cana-de-açúcar, recomenda-se cortá-la a uma altura específica e processá-la em uma forrageira, produzindo pequenos pedaços que tornam a ingestão mais fácil para os animais

A cana inteira possui um material externo a casca que é muito dura e difícil de digestão. Por este motivo importante usar a forrageira e moer o material.

A cana-de-açúcar precisa cerca de um ano para atingir o ponto ideal de colheita e, 
por esse motivo , torna-se um alimento duro, o que dificulta a compreensão, a mastigação e a ruminação dos animais. 
Além disso , essa característica pode limitar o aproveitamento nutricional da planta, exigindo cuidados especiais no manejo e na oferta aos rebanhos.

Oque muitos produtores fazem é cortar as pontas da cana e fornecer, neste caso o material é bem mais macio doque a planta por inteiro. 

Leguminosa perenes:

O Plantio ocorre uma vez e a mesma tem duração de cultivo por vários anos.

Quando bem manejadas , essas pastagens resistem ao inverno e, 
em seguida , retomam o crescimento com a elevação da temperatura. 
Além disso , esse comportamento contribui para a manutenção da produtividade ao longo das estações, favorecendo a oferta contínua de forragem.

O plantio deve ocorrer com o aumento da temperatura e boa umidade normalmente em setembro a abril. Ex: Alfafa e amendoim forrageiro.

Forrageiras Perenes de inverno ou temperadas

O Plantio ocorre uma vez e a mesma tem duração de cultivo por vários anos.

Em geral , essas pastagens são produzidas bem durante o inverno. 
No entanto , caso sejam muito utilizados no verão, tendem a se manter ou produzir em menor quantidade posteriormente. 
Além disso , a produtividade está fortemente relacionada ao clima das regiões frias, o que pode influenciar diretamente o desenvolvimento das plantas

O plantio é realizado com a dimuição da temperatura mês de março podendo ser utilizadas no final da primavera ou começo do verão. Ex: Trevo branco, trevo vermelho, cornichão, 

Forrageiras de anuais de verão: 

O plantio recomendo a cada ciclo de começo de verão e aumento da temperatura e luminosidade. Para a região do sul normalmente o plantio acontece no mês de agosto a dezembro e na safrinha final de janeiro após colheita da silagem.  Ex: milho, milheto, aveia de verão, sorgo forrageiro, dente de burro.

Forrageiras anuais de inverno: 

Plantio realizado com a dimuição da temperatura e permanecem até o final da primavera e começo do verão se a temperatura permanecer baixa. Plantio ocorre entre março a junho. Ex: aveia preta, aveia crioula, azevem, centeio, ervilhaca, trigo duplo propósito.  

Se bem manejadas, resistem ao inverno e, posteriormente, retomam o crescimento com a elevação da temperatura o azevem precisa de uma temperatura é até 18 ºC para o plantio depois que nasceu se mantem até os 25 º C.

A aveia, centeio, trigo de pastejo e ervilhaca temperatura ideal para plantio entre 15 a 23 º C.

Recomendo fazer leitura complementar de outro texto:

Vazio forrageiro como podemos amenizar

Ponto de colheita da pastagem

O consumo das pastagens pelos ruminantes é por planta por inteira, até uma certa altura conforme cada espécie, desde que a mesma não passe do ponto de colheita onde o animal vai começar a refugar a mesma, comendo somente as partes mais macias, sobrando muito no local.

Cada pastagem possuem um ponto de colheita, a entrada para consumo dos animais e a saída ou corte de altura máxima por máquina.

Claro que se passar o ponto de colheita as vacas de leite não vão consumir a pastagem, mas aí podem colocar as novilhas, bois ou vacas de corte para consumir a pastagem.

Pode ser que aconteça que os mesmos também não o consumam no caso é importante cortar e fazer feno de baixa qualidade ou mesmo deixar no campo como material morto.

O momento de cortar a pastagem e de introduzir ou retirar os animais dos piquetes depende da observação do produtor, que precisa avaliar como realizar essas ações; no entanto, isso exige experiência e algum tempo para aprender.

Pode se usar um bastão com medidas das pastagens que se tem na propriedade com altura de entrada e saída. Isso serve para pegar a pratica conforme o tempo se pegar a pratica pelo olho e não se usa mais o bastão.

O importante é deixar uma altura residual na pastagem com folhas, isso é muito importante para um bom rebrote ou retorno de crescimento da mesma.

Caso não respeitar a altura de saida dos animais, a pastagem vai demorar muito mais tempo para o crescimento o que vai demorar para os animais retornarem ao mesmo piquete.

Divisão das pastagens (piquetes)

Para iniciantes, os piquetes consistem em pastagens divididas em vários pedaços, onde os animais permanecem temporariamente, aguardando que cada área se regenere antes de ser consumida novamente.

O que pode ser em torno de 30 dias. 

Normalmente em vacas de leite elas permanecem em um piquete por dia, já as vacas de corte são 3 a 4 dias por piquete, desde que respeitem o momento correto de retirar os animais conforme a altura de saída de cada pastagem.
Importante monitorar ou verificar o consumo diário dos animais.

As vacas de leite são um pouco mais enjoadas para o consumo de pastagem por isso que o ideal é um dia por piquete.

Autor: Cordova, U. de A

Fonte: Produção de leite à base de pasto em Santa Catarina, Florianóplis, Epagri, 2012. 626p ou link de acesso: https://www.epagri.sc.gov.br/solucoes/publicacoes/livros/

Tabela das forrageiras

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância.

A produção da silagem: 

Nada mais é que a planta de pastagem, normalmente gramíneas, moída em uma forrageira e armazenada em um silo. Coberta com lona e pressionada com peso, a pastagem se conserva; depois de fermentada, é fornecida aos animais

Sem a entrada de ar ou oxigênio durante o periodo de fermentação.  

A produção do feno: 

Corte da forrageira no ponto ideal e deixar desidratar até 15 % de umidade normalmente no local, procurando permanecer o valor nutritivo. Quando armazenado em local seco, permite-se o uso por vários meses

Autor: Cordova, U. de A

Fonte: Produção de leite à base de pasto em Santa Catarina, Florianóplis, Epagri, 2012. 626p ou link de acesso: https://www.epagri.sc.gov.br/solucoes/publicacoes/livros/

A produção do pré-secado:

Este conteúdo foi gerado automaticamente por inteligência artificial, sem intervenção de um autor humano.

A produção de pré-secado envolve o corte da forragem, o seu murchamento parcial ao sol para atingir um teor de umidade entre 40 e 60 % e e posterior enfardamento em rolos densos. Após o enfardamento, os fardos são selados hermeticamente com plástico, um passo crucial que impede a entrada de oxigênio e permite uma fermentação controlada para a conservação do alimento. 

Siglas do texto:

MS: Matéria seca é a porção que sobra de qualquer alimento após a retirada da umidade do mesmo.

NDT: Nitrogenio digestiveis totais representa a soma de todos os nutrientes digestiveis contida nos alimentos.  

Recomendações do autor

Precisamos nos organizar com as pastagens que é a base para a produção dos ruminantes.

Os animais tem fome o ano inteiro, então precisamos planejar bastante pois é necessário fazer produção de pastagens sobrando de 10 a 15 porcento além do que realmente os animais vao consumir.

Imagina que um bovino adulto consome em pastagens, feno, pré secado e silagem uns 30 kg por dia.

Importante fazer a conta de quantos bovinos possuem na propriedade para realizar o bom planejamento.

Vamos supor que aconteça um doença em determinada pastagem, ou praga (cigarrinha) seca, muita chuva e não será possivel ter toda a área disponivel para os animais. Por isso importante estar preparado com 10 a 15 porcento de produçao a mais para ficar tranquilo.

O planejamento forrageiro consiste em organizar a alimentação dos animais com base nas pastagens; dessa forma, o produtor define o número de animais de acordo com a área disponível e a qualidade da pastagem (assunto a ser discutido em outro momento).

Possui um texto no blog que fala somente sobre o planejamento forrageiro.

A alimentação dos ruminantes é baseada em dados da proteína quem possuem as pastagens. No caso as gramíneas possuem de 10 a 22 %, já nas leguminosas sempre acima de 20 % .  

Recomendo fazer leitura complementar de outro texto: Minerais na nutrição animal

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