Corredores em propriedades leiteiras

Os corredores em propriedades leiteiras são essenciais para o manejo eficiente do rebanho, garantindo o deslocamento seguro das vacas entre piquetes e a sala de ordenha.

Dessa forma estruturas bem planejadas reduzem barro, erosão e desgaste dos cascos, melhoram o bem-estar animal e facilitam o trabalho, tornando o sistema de produção mais produtivo e sustentável.

Este conteúdo foi gerado automaticamente por inteligência artificial, sem intervenção de um autor humano.

Importância dos corredores em propriedades leiteiras

Consequentemente as claudicações são um grande problema para o bem-estar do rebanho leiteiro, pois vacas com lesões nos cascos apresentam dor, reduzem a alimentação, diminuem a produção de leite e a fertilidade, e as doenças de casco são uma das principais causas de descarte de animais.

Nesse contexto em sistemas de pasto, as laminites podem ser causadas por comprimento e qualidade das estradas, declives acentuados e design inadequado. Fatores como lama, pedras soltas, falta de manutenção dos corredores e movimentação apressada dos animais aumentam a incidência da doença.

Assim os corredores principais devem ter declividade máxima de 9%, piso bem compactado, uniforme e levemente abaulado para as laterais, garantindo boa drenagem da água.

Portanto a largura dos corredores, tanto principais quanto secundários, é um ponto importante nas discussões técnicas sobre o manejo do rebanho.

Em resumo a largura dos corredores depende da topografia, do número de piquetes acessados e dos equipamentos usados. Corredores de uso diário contínuo devem ter pelo menos 4 m, enquanto corredores que acessam poucos piquetes em terrenos inclinados podem ter 2 a 3 m de largura.

Enquanto isso se houver apenas um corredor principal, ele deve ser revestido para reduzir barro, erosão do solo e facilitar o deslocamento das vacas.

O revestimento do corredor pode ser feito com pedras medianas sobrepostas com cascalho, sendo recomendado o uso de rolo compactador ao aplicar o cascalho.

O revestimento com concreto armado e malha de ferro é uma alternativa viável técnica e economicamente, especialmente para rebanhos grandes.

Portanto os corredores principais revestidos com concreto armado devem ter largura de 2 a 3 metros.

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Largura dos corredores propriedades leiteiras

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância.

Autores: Carlos Otávio Mader Fernandes, Cassio Marques de Valois, Jean Pierre Pilger

Fonte e foto:

Instalações para gado de leite. (2024). Boletim Técnico208https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/BT/article/view/1913

Vamos realizar o planejamento dos corredores em propriedades leiteiras na pratica:


Nesse contexto a produção de leite em pastagens perenes permite alta produtividade, bons resultados econômicos e bem-estar animal. Porém, para garantir o sucesso do sistema, é
necessário manejar as vacas de forma que estejam sempre em pastos de melhor qualidade, o que exige a movimentação frequente do rebanho na propriedade.

Como resultado a movimentação do rebanho deve ocorrer em condições adequadas para garantir qualidade de vida aos animais e trabalhadores. Porém, isso nem sempre acontece,
sendo comum a presença de lama, atoleiros e buracos, especialmente em períodos chuvosos.

Em resumo os corredores usados na movimentação dos animais na propriedade leiteira precisam de atenção especial. Um bom planejamento dessas estruturas garante fluxo eficiente de animais e máquinas,
evitando congestionamentos, erosão do solo e formação de barro.

A partir disso a Epagri de Porto União desenvolveu um modelo de corredor elevado, inspirado na Nova Zelândia e adaptado às condições de Santa Catarina. Esse sistema elimina o barro na propriedade e torna mais ágil a movimentação dos animais, sendo conhecido como modelo “Catarina”.

O corredor elevado “Catarina

Em resumo o corredor elevado “Catarina” é indicado para propriedades leiteiras com produção baseada em pastagens perenes e manejo controlado do pastejo, destacando três pontos básicos para sua utilização.

  • A construção dos corredores deve fazer parte do planejamento geral da propriedade, especialmente da distribuição dos piquetes, não sendo uma ação isolada.
  • Devem ser considerados os princípios de conservação do solo e o relevo, podendo o corredor também funcionar para captar e armazenar água da chuva.
  • A construção deve ocorrer, de preferência, nas áreas mais altas do terreno (divisor de águas).

Número animais    Largura          Altura do corredor          Altura de acabamento

Até 40 vacas          4,0m                      15cm                             2 a 5cm

40 a 60 vacas        4,5m                       15cm                             2 a 5cm

60 a 100 vacas      5,0m                       15cm                             2 a 5cm

100 a 200 vacas   6,0m                        15cm                             2 a 5cm

Altura do corredor no centro: considerar um desnível em relação às laterais de 2 a 3%.

Tabela fonte: https://www.epagri.sc.gov.br/solucoes/publicacoes/folder-tecnico/

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A condução das vacas leiteiras para a ordenha: boas práticas para reduzir o estresse e melhorar o fluxo de trabalho

Passo a passo da construção do corredores de propriedades leiteiras

Marcar a área do corredor e realizar o revolvimento do solo (aração ou subsolagem).

Aplicar a primeira camada de terra sobre a base e compactar (ex.: com a roda do trator).

Repetir o processo de revolver, adicionar terra e compactar em camadas sucessivas.

Formar o corredor até atingir a altura ideal (cerca de 15 cm mais alto no centro) e inclinação de 2 a 3%.

Realizar a compactação durante toda a construção.

Utilizar terra das laterais ou de outro local para formar o corredor.

Passagem dos animais no corredor

Em seguida após a construção, iniciar o uso do corredor com o gado.

Manter o trânsito dos animais por 30 a 40 dias para garantir a boa compactação do solo.

Foto:

Fonte: https://www.epagri.sc.gov.br/solucoes/publicacoes/folder-tecnico/

Em seguida após o período de compactação, realizar o acabamento do corredor;

Cobrir a superfície com materiais adequados (como seixos, calcário, argila, saibro, areia grossa ou pedrisco) para proteger os cascos dos animais;

Escolher o material conforme custo e disponibilidade;

Antes da aplicação, gradear o corredor para melhorar a aderência e

Após colocar o material, umedecer e compactar novamente.

Cuidados importantes para a manutenção dos corredores

Como resultado manter os materiais do acabamento bem aderidos ao solo, sem deixá-los soltos;

Corredores em aclive devem ter lombadas ou curvas para evitar o escoamento excessivo de água;

Garantir gradiente de 2 a 3% do centro para as laterais, evitando abaulamento muito inclinado para não desgastar as bordas;

Construir drenos laterais protegidos por cerca elétrica para aumentar a durabilidade;

Realizar manutenção constante, refazendo a camada de acabamento e o abaulamento sempre que houver desgaste;

Corredores não devem servir como área de descanso dos animais, pois isso reduz sua durabilidade;

Evitar trânsito excessivo de veículos e tratores nos corredores.

Drenagem do corredor
Corredor na sombra

Foto

Fonte: https://www.epagri.sc.gov.br/solucoes/publicacoes/folder-tecnico/

Vantagens do corredores de propriedades leiteiras

Reduz o barro nas propriedades.

Facilita a condução do rebanho.

Construção simples.

Aumenta o bem-estar animal.

Melhora a qualidade de vida dos trabalhadores.

Auxilia no controle da erosão do solo.

Resumo gerado por inteligência artificial e revisado por nossa equipe para garantir precisão e relevância.

Autor: Daniel Dalgallo

Fonte: https://www.epagri.sc.gov.br/solucoes/publicacoes/folder-tecnico/

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Produção de leite na Austrália:  panorama atual, sistemas de produção e tendências do setor

Recomendações do autor do blog:

Os corredores em propriedades leiteiras desempenham um papel fundamental no manejo eficiente do rebanho, permitindo uma circulação segura e organizada dos animais.

Corredores bem projetados contribuem para reduzir estresse no gado, facilitar a ordenha, o transporte interno e outras atividades diárias, além de aumentar a produtividade e garantir mais conforto tanto para os animais quanto para os trabalhadores da fazenda.

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